Em meio a tantas notícias ruins, o G1 divulgou uma informação que traz esperança para a humanidade e principalmente para as pessoas que amam, protegem ou possuem pets com alguma deficiência.

Estudantes de robótica do Sesi do Gama, no Distrito Federal, criaram um projeto para reunir quem tem animais com deficiências e possíveis construtores de próteses. O site foi elaborado como parte de um concurso internacional do qual os jovens participam. Com isso, cachorros, gatos e até calopsitas também ganham um "empurrãozinho" da ciência.

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Tutores de pets e colaboradores de todo o Brasil podem se cadastrar no site Prótese Animal

De acordo com os criadores do site, 150 donos de animais tanto de Brasília como de outros estados já participam do sistema. O tema do concurso é integração entre homens e animais.

"Essa nossa plataforma é uma ponte para conectar essas pessoas e poder fazer com que nós nos tornemos mais solidários. Até porque muitos de nós, humanos, têm meio que abandonado essa causa dos animais deficientes, têm cometido sacrifícios, submetido a processos de eutanásia”, disse o estudante Matheus Queiroz, um dos criadores do sistema.

Segundo os organizadores, após a divulgação do site em uma rede social, eles conseguiram mais de 2 milhões de visualizações e 44 mil compartilhamentos em duas semanas. Os alunos contam que a maioria dos animais cadastrados são cachorros e gatos, mas há também outros bichos. “Já teve um galo, já teve calopsita, já teve tartaruga, já teve coelho, já teve vários tipos de animais”, conta a estudante Catharina Farias.

Ela diz que como trabalham com animais de pequeno e médio porte é possível que recebam pedidos cada vez mais diferentes de necessidades específicas.

A plataforma online permite que o dono escreva uma pequena descrição com as medidas e deficiência específica do animal e o sistema disponibiliza esses dados para voluntários que se inscrevem para produção gratuita das próteses.

“É a realização de todo mundo que trabalha na área de educação, você conseguir inspirar esses jovens adolescentes a chegarem a coisas que talvez a gente ainda não tenha pensado. Acho isso fantástico”, afirmou o técnico da equipe de robótica do Sesi Gama, Atos Reis.

Exemplos como esse devem servir de inspiração para os jovens e instituições de ensino!

Fonte: G1
Imagem: Globo

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